Padrão Popular
R$ 2.300 – 3.000por m² de obra
Acabamento simples, esquadria de alumínio linha branca, piso cerâmico, forro de PVC ou laje pintada.
Projeto, aprovação, orçamento e execução no mesmo escritório, com o mesmo responsável técnico assinando do estudo preliminar à vistoria de entrega. Você acompanha por prancha, cronograma e medição.
O projeto barato costuma ser o que para na aprovação. O nosso segue até a vistoria — e é o mesmo CAU e o mesmo CREA que assinam as duas pontas.
Começar pelo diagnósticoFicha do escritório
Planta real do acervo: 83,2 m² de área construída, 74,8 m² de área útil, três dormitórios e varanda. Cada parede já tem espessura, cada vão já tem verga e cada cota foi conferida contra o levantamento do terreno. Ela se desenha na ordem em que um desenhista desenha.
O gabarito transfere a planta para o terreno. Cada eixo de parede vira uma linha de piquete e uma tábua corrida: é o momento em que o desenho vira medida real, com esquadro conferido nas diagonais.
Tolerância de locação: 1 cm em 10 m
Modelo gerado a partir da mesma planta acima — nada é ilustração.
Cada card traz o diagrama de massa na escala real de pavimentos — um prédio de oito andares tem que parecer alto ao lado de um galpão de um.
4 entregues · 2 em obra · 7.958 m² somados
Residencial unifamiliar
Terreno de 8 m de frente. A caixa de escada virou poço de luz e resolveu a ventilação dos três dormitórios sem um metro de duto.
Multifamiliar
24 unidades de 52 a 74 m². Laje nervurada liberou o pavimento-tipo do pilar no meio da sala, que era o vício do terreno.
Retrofit comercial
Prédio de 1948 sem projeto original em cartório. Levantamento a laser scanner antes de autorizar qualquer demolição.
Industrial leve
Vão livre de 22 m sem pilar intermediário. Telha termoacústica com lanternim dispensou exaustor mecânico e a conta de energia dele.
Comercial · saúde
A RDC 50 da Anvisa manda no fluxo: sujo e limpo não se cruzam. O layout saiu da norma, não do gosto de ninguém.
Residencial em declive
Declive de 32%. Escalonar a casa em três platôs custou menos que aterrar o terreno e conter o talude depois.
Dá para levar o pacote inteiro ou uma prancha só. O que não dá é começar a obra sem a parte que sustenta o resto.
Estudo preliminar, anteprojeto, projeto legal e executivo. Plantas, cortes, fachadas, detalhamento de esquadria e paginação de piso — tudo cotado, nada resolvido na obra.
Concreto armado, metálica ou wood frame, dimensionados por cálculo com memorial. Cada pilar existe porque a conta pediu, não porque coube na planta.
Elétrica, hidrossanitária, gás, SPDA e cabeamento. Projetadas antes do reboco, com prumada e caixa locadas em prancha.
Prefeitura, alvará de aprovação e execução, ART/RRT, habite-se e averbação em cartório. Obra sem papel não financia, não vende e não escritura.
Cronograma físico-financeiro, medição por etapa, diário de obra e visita semanal com relatório fotográfico. Você sabe onde está o dinheiro.
Layout, marcenaria, revestimento e iluminação com cálculo de lux por ambiente. O projeto acaba na tomada certa, na altura certa.
Escolhe-se pelo vão que a planta pede, pelo prazo que você tem e pelo acesso do terreno — nessa ordem. Faixa de custo de obra em São Paulo, sem projeto e sem terreno.
A etapa 03 é a única cujo prazo não é nosso: quem responde é a prefeitura. Por isso ela entra no cronograma desde o primeiro dia, e não como surpresa no meio.
Levantamento do terreno, consulta de zoneamento, recuos, taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento. Antes de desenhar, saber o que a lei deixa construir.
Partido arquitetônico, setorização, implantação e estudo de insolação e ventilação. Sai em planta e em volumetria 3D, para você decidir vendo.
Projeto legal protocolado na prefeitura. O prazo aqui é do órgão, não nosso — por isso ele entra no cronograma desde o primeiro dia.
Arquitetura, estrutura e instalações compatibilizados em BIM. Interferência encontrada no modelo custa um clique; encontrada na obra, custa uma semana.
Orçamento analítico por composição, concorrência entre construtoras e contrato com escopo fechado. Sem “verba a definir”.
Visita semanal, diário de obra, medição por etapa e resposta técnica em 24 h. A obra segue a prancha e o desvio aparece na hora, não no fim.
Vistoria assistida, lista de pendências, as built, manual do proprietário e habite-se emitido. Só então a obra está de fato entregue.
Faixas de referência para São Paulo. O valor fecha depois do levantamento, por escrito, em orçamento analítico por composição de serviço — e não muda no meio.
Padrão Popular
R$ 2.300 – 3.000por m² de obra
Acabamento simples, esquadria de alumínio linha branca, piso cerâmico, forro de PVC ou laje pintada.
Padrão Normal
R$ 3.500 – 4.800por m² de obra
Porcelanato, esquadria linha média, marcenaria em MDF, forro de gesso, aquecimento a gás.
Padrão Alto
R$ 5.200 – 8.000+por m² de obra
Esquadria com ruptura térmica, automação, marcenaria sob medida, pedra natural, climatização.
O CUB do Sinduscon é a referência oficial, mas é um custo parcial. É por isso que a obra real de padrão normal fica entre 1,5 e 1,8 vez o CUB do mês — e por isso um orçamento por “CUB × área” sempre estoura.
Registro profissional é público e verificável no CAU e no CREA. Se um escritório não mostra o número, comece perguntando por ele.
Norma não é burocracia: é a diferença entre trinca em dois anos e casa em pé em cinquenta. Cada item da esquerda tem consequência direta na coluna da direita.
15 pranchas e documentos, em DWG, PDF e IFC. O IFC é o que permite outro profissional abrir o modelo sem depender de nós.
O que me convenceu foi o orçamento. Vinha de duas propostas com “verba a definir” e recebi uma planilha de 180 linhas com composição de serviço. A obra fechou 4% acima, e eu sabia de cada centavo.
Eduardo NakamuraCasa Girassol · 2024
Achei exagero pagar por compatibilização até ver o relatório: 61 interferências resolvidas no modelo. Meu pedreiro disse que nunca tinha visto obra com tão pouca quebra.
Cláudia BertoldiEdifício Aurora · 2023
Prédio de 1948, sem planta em lugar nenhum. Escanearam o prédio inteiro antes de deixar alguém encostar uma marreta. Descobriram que duas paredes que a gente ia derrubar eram contraventamento.
Ricardo SallesRetrofit Barão · em obra
Projeto arquitetônico completo (do estudo preliminar ao executivo) fica entre R$ 90 e R$ 220 por metro quadrado de área construída, conforme complexidade, nível de detalhamento e se há complementares no pacote. A referência de mercado é a tabela de honorários do CAU/BR, que calcula por hora técnica e porte da obra. Projeto costuma representar de 6 % a 12 % do custo total — e é justamente o percentual que impede o desperdício nos outros 90 %.
A referência oficial é o CUB/m², publicado todo mês pelo Sinduscon de cada estado. O CUB, porém, não inclui fundação especial, elevador, projetos, terreno, ligações definitivas e paisagismo — por isso o custo real de uma casa de padrão normal costuma ficar entre 1,5 e 1,8 vez o CUB do mês. Na prática, em São Paulo, obra de padrão normal a alto tem ficado na faixa de R$ 3.500 a R$ 6.500 por m². Orçamento sério é analítico, por composição de serviço, e não um número redondo por metro.
ART é a Anotação de Responsabilidade Técnica, emitida no CREA por engenheiro ou técnico. RRT é o Registro de Responsabilidade Técnica, emitido no CAU por arquiteto e urbanista. Os dois têm a mesma função: vincular um profissional habilitado, com CPF e registro, ao serviço executado. Sem ART ou RRT, a prefeitura não aprova, o financiamento não sai e ninguém responde tecnicamente pela obra.
Sim, para qualquer obra nova, ampliação ou mudança de uso. Sem alvará, a obra é passível de embargo e multa; sem habite-se, o imóvel não é averbado na matrícula, o que impede financiamento, venda regular e, muitas vezes, a ligação definitiva de água e energia. Regularizar depois custa mais caro que aprovar antes — e nem sempre é possível.
É sobrepor arquitetura, estrutura e instalações no mesmo modelo para encontrar conflito antes da obra: viga cortando janela, tubulação passando dentro de pilar, forro sem altura para o duto. Fazemos em BIM, com detecção automática de interferência. Cada conflito resolvido no modelo custa minutos; o mesmo conflito descoberto na obra custa quebra, retrabalho e prazo.
Os dois, e você escolhe o formato. Podemos entregar apenas o pacote de projetos, gerenciar a obra executada pela construtora que você contratar, ou assumir a execução completa com equipe própria e preço fechado. No gerenciamento, nossa remuneração é mensal fixa e não percentual do gasto — assim não existe incentivo para a obra ficar mais cara.
Para uma residência unifamiliar de 150 a 250 m²: de 8 a 12 semanas de projeto, de 30 a 90 dias de aprovação na prefeitura (prazo do órgão) e de 8 a 14 meses de obra. O cronograma físico-financeiro entregue no início já traz essas etapas com datas, e ele é medido semana a semana.
Reforma tem norma própria: a ABNT NBR 16280 exige plano de reforma com responsável técnico, principalmente em condomínio, onde o síndico é obrigado a exigir o documento. Antes de qualquer demolição, verificamos o que é vedação e o que é estrutura — parede que parece divisória e é contraventamento derruba mais obra que qualquer economia justifica.
Pelo vão que a planta pede, pelo prazo que você tem e pelo acesso do terreno — nessa ordem. Alvenaria estrutural é a mais barata e a menos flexível; concreto armado libera planta e reforma; pré-moldado vence em vão livre e prazo, mas precisa de carreta e grua; steel e wood frame são rápidos e secos, e o gargalo é mão de obra treinada. A tabela comparativa desta página traz faixa de custo e vão máximo de cada um.
Sim, começando pelo que é gratuito: orientação solar correta, ventilação cruzada, brise e beiral dimensionados pela carta solar do local. Depois vêm os sistemas — aquecimento solar, fotovoltaico, reuso de água cinza e captação pluvial —, sempre com cálculo de retorno do investimento, não como discurso.
Uma hora de conversa com consulta de zoneamento inclusa: você descobre a taxa de ocupação, o recuo e o coeficiente do seu lote antes de contratar qualquer coisa. Se o terreno não permitir o que você quer, é melhor saber agora.